O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desembarcou em Pequim nesta quarta-feira (13) para uma visita oficial ao líder chinês, Xi Jinping, em um encontro que pode influenciar diretamente a relação entre as duas maiores economias do planeta.
O Air Force One pousou na capital chinesa durante a manhã levando Trump, integrantes do governo norte-americano e um grupo de empresários interessados em ampliar negócios com o mercado chinês. Entre os nomes presentes na comitiva estava o bilionário Elon Musk, dono da Tesla.
A chegada do presidente dos EUA foi marcada por uma recepção protocolar organizada pelo governo chinês, com tapete vermelho, autoridades locais e jovens segurando bandeiras dos dois países. Após o desembarque, Trump seguiu para um hotel em Pequim, onde permaneceu ao longo do dia.
A agenda oficial prevê um encontro com Xi Jinping na sede do governo chinês ainda na noite desta quarta-feira, pelo horário de Brasília. Os dois líderes também devem visitar o Templo do Céu, um dos locais históricos mais conhecidos da China, antes de uma reunião bilateral. Após os compromissos, Trump retorna a Washington.
O encontro acontece em um momento delicado do cenário internacional. Esta será a primeira reunião presencial entre Trump e Xi desde o início da ofensiva dos Estados Unidos contra o Irã, aliado estratégico de Pequim. Apesar da tensão no Oriente Médio e das dificuldades nas negociações envolvendo Teerã, Trump afirmou antes de embarcar que o conflito não fará parte das conversas com o presidente chinês.
Ao deixar a Casa Branca, o republicano declarou que não depende da ajuda de Xi Jinping para encerrar a guerra e afirmou confiar que o Irã “fará a coisa certa”, acrescentando que, caso isso não aconteça, os EUA “terminarão o trabalho”.
Além das questões diplomáticas, a visita também tem forte peso econômico. Trump tenta ampliar a presença de empresas norte-americanas na China e busca reduzir barreiras comerciais impostas por Pequim ao mercado dos Estados Unidos.
Fonte: Agência Content Box







