O número de casos confirmados de Mpox anteriormente chamada de monkeypox — subiu para 17 em Minas Gerais. A atualização foi divulgada nessa quarta-feira (25) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). Os registros mais recentes foram identificados em Belo Horizonte.
Distribuição dos casos no estado
De acordo com a SES-MG, todos os casos confirmados até o momento ocorreram em homens, com idades entre 25 e 56 anos.
A maior concentração está em Belo Horizonte, que contabiliza 11 casos. Outros registros foram confirmados em cidades da Região Metropolitana e do interior:
- 3 casos em Contagem
- 1 caso em Ribeirão das Neves
- 1 caso em Formiga, no Centro-Oeste de Minas
- 1 caso em Manhuaçu, na Zona da Mata
Em nota, a secretaria informou que mantém monitoramento constante da situação epidemiológica e reforçou a importância de a população buscar informações confiáveis e adotar medidas de prevenção.
Sintomas e formas de transmissão
A Mpox é considerada uma doença altamente infecciosa. Entre os principais sintomas estão:
- lesões na pele
- aumento de ínguas
- febre
- dor de cabeça e no corpo
- calafrios
- fraqueza
A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais de pessoas infectadas ou por meio de objetos contaminados.
Diagnóstico e orientações
O diagnóstico da doença é realizado por meio da coleta de material das lesões, com identificação do vírus pela técnica de PCR.
A orientação das autoridades de saúde é que pessoas com sintomas procurem uma unidade de saúde para avaliação clínica e informem possível contato com casos suspeitos ou confirmados.
Prevenção e tratamento
Para prevenir a infecção, recomenda-se evitar contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença, além de manter a higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel.
Pessoas com suspeita ou diagnóstico confirmado devem permanecer em isolamento durante todo o período de transmissão e evitar o compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas, roupas, lençóis e talheres.
O tratamento é baseado em suporte clínico, com foco no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações. Segundo a SES-MG, a maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada, e não há, até o momento, medicamento específico para a doença.
Monitoramento continua
A Secretaria de Estado de Saúde reforçou que segue acompanhando a evolução dos casos no estado e destaca a importância da conscientização da população para conter a disseminação da doença.
Com informações do Hoje em Dia







