Será assinado na quinta-feira (28) um acordo entre a Associação Mineira de Municípios e o governo de Minas para pagamento de uma dívida que chega a R$ 7 bilhões.

Os recursos deveriam ter entrado no caixa das Prefeituras, porém, os convênios para investimentos em saúde não foram honrados por vários governadores, incluindo a gestão de Romeu Zema (Novo).

De acordo com o Ministério Público Estadual, que conduziu as negociações, os valores estavam previstos nos orçamentos de 2009 a 2020.

Os R$ 7 bilhões serão pagos em 98 parcelas. A primeira, com valor de R$ 400 milhões, será paga em dezembro.

A segunda, de valor igual, entrará no caixa das Prefeituras até julho do ano que vem. As demais serão quitadas a partir de outubro de 2022, ou seja, o grande montante ficará para ser pago pelo próximo governador. 

O Ministério Público chegou a abrir procedimento para apurar eventual improbidade administrativa por parte dos gestores públicos. Ele será arquivado após a assinatura do acordo, que ocorrerá na sede da Procuradoria Geral de Justiça em Minas Gerais. São esperados cerca de 100 prefeitos para a solenidade.

Fonte: O Tempo

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