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Eclipse lunar parcial poderá ser observado em todo o Brasil nesta madrugada

Foto: Magnific/Imagem ilustrativa

O Brasil inteiro poderá acompanhar um eclipse lunar no céu nesta madrugada. O fenômeno está previsto para ocorrer entre esta quinta-feira (27) e sexta-feira (28) e envolve a passagem da Terra entre o Sol e a Lua. Durante o evento, o disco lunar deverá apresentar tons alaranjados ou avermelhados.

A observação poderá ser feita a olho nu, sem a necessidade de instrumentos ópticos, como telescópios ou binóculos. Além disso, olhar diretamente para o eclipse lunar é considerado seguro e não oferece riscos à visão humana.

O eclipse desta noite será parcial e terá início às 22h24, no horário de Brasília, ainda durante a fase penumbral. Essa etapa é mais difícil de perceber devido à sua característica discreta.

Às 23h24, está previsto o início da fase parcial do eclipse. O auge do fenômeno ocorrerá às 1h13 de sexta-feira (28), considerado o melhor momento para observação. Já o encerramento da fase parcial está previsto para 2h52.

Assim, o período entre 23h24 e 1h13 será o mais indicado para quem deseja acompanhar o fenômeno.

Para ter uma melhor experiência durante o eclipse, a recomendação é procurar locais com o céu aberto e boa visibilidade. Pontos com pouca poluição luminosa também são considerados adequados para a observação.

Não será necessário utilizar telescópios ou binóculos. O fenômeno poderá ser acompanhado a olho nu e não exige qualquer tipo de proteção ocular.

O eclipse lunar acontece quando a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua e projeta sua sombra sobre o disco lunar. Um dos fenômenos mais conhecidos associados a esse evento é a chamada Lua de Sangue, que ocorre quando a Lua fica completamente coberta pela sombra terrestre.

No caso do eclipse previsto para esta madrugada, porém, não haverá Lua de Sangue, já que o evento será parcial.

Isso não significa, entretanto, que a Lua permanecerá com a mesma aparência. Durante o fenômeno, 96,2% do disco lunar estará encoberto pela sombra da Terra, fazendo com que grande parte do satélite apresente tons alaranjados e avermelhados.

Os 3,8% restantes não terão a mesma mudança de cor. Essa pequena parcela descoberta será justamente o motivo pelo qual o fenômeno não poderá ser classificado oficialmente como uma Lua de Sangue.

 

Com informações do Metrópoles