A lei dos 30 metros (lei 18.023), de autoria do deputado estadual Antônio Carlos Arantes/PSC, em parceria com mais dois parlamentares, Domingos Sávio/PSDB e José Henrique/PMDB, continua a ter repercussão no Estado.
A lei permite a atividade de hotéis, pousadas, ranchos, propriedades rurais, fazendas, sítios e demais empreendimentos a funcionarem a 30 metros de lagos artificiais como ocorre hoje na região do Lago de Furnas.
Formiga é o município que possui maior área banhada pelo Lago de Furnas entre as 34 cidades pertencentes à Associação dos Municípios do Lago de Furnas (Algo). Autoridades municipais comemoram a nova lei, como o vereador Gonçalo Faria. Ele comenta que o mais importante desta nova legislação foi observar a carga de investimentos do município em relação ao turismo. O vereador comentou sobre apresentar propostas para fomentar o turismo em Furnas em reunião plenária.
O presidente do PSC de Formiga, Célio Pacheco, o ?Celinho? enumera que houve um aumento considerável na quantidade de trabalhadores na construção civil e que a lei colaborou para proporcionar mais lazer para todos.
Empreendedor de uma propriedade também em Formiga que margeia 1.200 metros do Lago e secretário de Gestão Ambiental, Paulo Coelho fala das consequências da lei. ?Como empresário e ambientalista, posso dizer que esta lei foi salvadora?. Paulo Coelho ressalta que os proprietários localizados às margens do Lago preservam muito mais a natureza, ao contrário de que muitos pensam.
O deputado Antônio Carlos, que tem visitado cidades da região do Lago, lembrou que esta vitória só conseguiu se efetivar, graças à ação conjunta dos dirigentes da Alago, dos prefeitos das cidades que são margeadas pelo Lago de Furnas e das lideranças dos sindicatos rurais que se mobilizaram, a fim de sensibilizar as autoridades para a importância da aprovação da lei 18.023.

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