[et_pb_section bb_built=”1″][et_pb_row][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text _builder_version=”3.0.64″ background_layout=”light” text_orientation=”left” border_style=”solid”]
*Por Paulo Coelho
A atuação do Ministério Público que em 2014 resultou em intervenção na Santa Casa de Caridade de Formiga e que culminou com o afastamento do ex-provedor e dentre outras medidas com a demissão do responsável pelas UTI’s, rendeu aos promotores que estiveram à frente do caso, Clarissa Gobbo dos Santos e Láurence Albergaria de Oliveira, uma Ação de Indenização de Danos Materiais e Morais proposta pelo médico Fabrini Garcia Leão Vidal e CGL Consultoria e Serviços Ltda-ME. Segundo apurado pelo Últimas Notícias, a ação tramita sob o número 0096943-45.2017 na 1ª Vara Cível da Comarca de Formiga e foi subscrita pela advogada Heloisa Suzana Santos Tomelin Coelho.
Ouvindo as partes:
Clarissa Gobbo Santos: ouvida a respeito, foi firme e sucinta em sua resposta: “Estou e estava trabalhando no estrito cumprimento do dever legal. Não tenho nenhum vínculo com qualquer pessoa da Santa Casa e continuarei atuando normalmente. Conto inclusive com o apoio do Centro Operacional dos Promotores de Saúde. Acredito que minha atuação está sendo reconhecida, pois, se assim não fosse, não teria sido indicada pelo Ministério Público para integrar a Comissão Interventora no Hospital São João de Deus, em Divinópolis. Esclareço ainda, que a Promotoria da Saúde neste município continuará atuando com a mesma firmeza, pois ações deste tipo não nos intimidam”.
Laurence Albergaria de Oliveira: não logramos êxito nas inúmeras tentativas de encontrá-lo, via telefone.
Fabrini Garcia Leão Vidal:“Com a convicção serena de que fui injustiçado e inusitadamente atacado na minha honra, nas minhas boas intenções e na minha competência profissional, busco na Justiça a reparação pelos gratuitos atos dos representantes do Ministério Público de Minas Gerais. Assim mantenho minha vocacionada missão e compromisso com todos os pacientes que em mim continuam acreditando e que sempre foram o objetivo prioritário da minha jornada. Acredito cegamente no esclarecimento total desses absurdos equívocos”.
Nota da redação:
A intervenção judicial na Santa Casa se iniciou em 19 de dezembro de 2014 e se estendeu até 15 de dezembro de 2015. A ação foi e é aplaudida por grande parte da população que entendeu como mais que necessária para sanear as finanças e dar um novo rumo administrativo no hospital que estava em estado de iminente insolvência.
É claro que, como atualmente ocorre com a grande maioria dos hospitais que atendem preferencialmente pacientes via Sistema Único de Saúde (SUS), a Santa Casa de Caridade de Formiga ainda depende do socorro dos governos federal e estadual e certamente não pode prescindir do apoio e da constante Vigilância do Ministério Público, que não tem medido esforços na hercúlea tarefa de mantê-la em funcionamento e atendendo a população da microrregião – composta por nove municípios.
[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_image _builder_version=”3.0.64″ src=”https://www.ultimasnoticias.inf.br/wp-content/uploads/2017/09/clarissa-laurence.jpg” show_in_lightbox=”off” url_new_window=”off” use_overlay=”off” animation=”off” sticky=”on” align=”center” force_fullwidth=”off” always_center_on_mobile=”on” /][et_pb_text _builder_version=”3.0.64″ background_layout=”light” text_orientation=”left” border_style=”solid” module_class=”legenda “]
Os promotores Clarissa Gobbo e Láurence Albergaria (Fotos: Lorene Pedrosa e Arquivo UN)
[/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][/et_pb_section]







