Uma protetora dos animais foi agredida por alimentar gatos na porta da casa dela em Divinópolis. O g1 falou com a vítima nesta sexta-feira (25), que detalhou sobre o episódio e disponibilizou imagens de câmeras de segurança. As agressões foram feitas por uma vizinha.

A Polícia Militar (PM) registrou o caso e a família acionou a Justiça. O nome da agressora não foi informado pela polícia, por isso não foi possível localizá-la.

 

Desentendimento

Segundo registro dos militares, a técnica de enfermagem aposentada Dalva Lopes, de 59 anos, foi agredida no último domingo (20) no Bairro Jardim das Oliveiras. Ela e a vizinha se desentenderam por causa de uma casinha de cachorro, que fica na calçada de Dalva, e por ela alimentar gatos em situação de rua na porta de casa.

A vítima afirma que a perseguição é constante, já que a mulher reclama dos bichos que aparecem no local para se alimentar.

 

Agressão registrada em imagens

As imagens registradas pelas câmeras de segurança mostram a mulher sendo agredida pela vizinha, inicialmente, na porta de casa. Em seguida, Dalva entra para o imóvel, tenta fechar o portão, mas a vizinha vai atrás e continua com as agressões. A mulher é derrubada no chão e tem o celular quebrado. Ela se levanta e é mais uma vez atacada e empurrada.

Nesse momento que ela debate comigo e eu caio no chão, ela coloca os dois dedos no meu pescoço e aperta, na tentativa de me enforcar. Ela me intimidou para não colocar ração e água do lado de fora da minha própria casa para os animais que a vida inteira eu faço questão de defender“, afirmou Dalva.

As imagens também mostram que a suspeita e a vítima voltam para fora da casa e neste momento o marido da vizinha aparece no local para tentar conter a esposa. No entanto, a mulher segue com as agressões, pega uma casinha de cachorro, que estava na calçada da casa de Dalva e joga na rua. Depois ela pega mais uma vez a casinha e joga mais longe.

A Polícia Militar foi chamada, registrou o caso e, segundo os familiares da vítima, a suspeita não compareceu para o registro. A família acionou a Justiça.

Eu estou profundamente angustiada, machucada. Sei que a Justiça é demorada, mas eu espero em Deus que ela pague pelo que ela faz e fez comigo“, finalizou Dalva.

 

Fonte: G1

 

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