O ritmo agitado de vida leva cerca de 30% da população mundial a sofrer distúrbio do sono. Além do fator comportamental, a genética também pode influenciar na incidência de tal problema nas pessoas. Segundo o Instituto do Sono, mudanças de hábito podem solucionar a questão.
O problema aparece nas pessoas que não conseguem dormir pelo tempo indicado, que varia de 7 a 10 horas por noite. O que acontece é que a pessoa acaba passando o dia com sono, o que traz consequências. No caso das mulheres, o distúrbio pode levar à depressão. No caso dos homens, despertar a agressividade.
Além desses efeitos, a pessoa que não dorme pode sofrer de perda de memória, diminuição da produtividade e estresse, além de colocar a própria vida e a de terceiros em risco, como no caso de adormecer ao volante, cuidando de crianças ou idosos ou até mesmo operando máquinas.
Para se tratar, a pessoa deve procurar um neurologista, comer alimentos saudáveis e praticar exercícios. Há um teste simples chamado de ?escala de sonolência de Epworth? que, com base nas respostas da pessoa, indica se ela pode ou não estar sofrendo do mal. Quanto mais cedo o problema for diagnosticado, melhor será o resultado do tratamento e maior será a qualidade de vida.

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