O golpe do falso sequestro está cada vez mais comum. Os criminosos ligam para um telefone e falam com a pessoa que atende que está com um parente como refém e faz uma série de exigências, impedindo, inclusive, que a pessoa desligue o telefone. De acordo com consultores em segurança, é preciso manter a calma e saber como agir nessas situações.
Em geral, os telefonemas são a cobrar e alguém do outro lado da linha pede socorro. Eles recomendam que a pessoa desligue o telefone e, caso o suspeito insista, a pessoa pode chamar pelo jovem que se diz seu parente por outro nome. Se seu filho se chama José, por exemplo, chame a pessoa do outro lado da linha de Joaquim e observe se os suspeitos confirmam o nome.
Outro golpe conhecido é o conto do bilhete premiado. O sonho de ficar rico de uma hora para outra está deixando muita gente pobre. Quadrilhas de vigaristas ainda aplicam o manjado golpe do bilhete premiado no país.
O dinheiro acumulado por criminosos vem geralmente de idosos, de preferência mulheres.
Um homem mais velho com aparência simples pede ajuda. Diz que ganhou na loteria, mas que é analfabeto e que está sem documentos. Em troca de ajuda para sacar o dinheiro, oferece 10% do valor do prêmio. Um segundo golpista se apresenta como advogado, oferece ajuda e liga para uma suposta lotérica. Do outro lado da linha, um terceiro envolvido confirma os números do bilhete premiado.

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