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Fiat comemora 35 anos com recordes na produção em MG

Comemorar aniversário com recordes de resultados é bom para qualquer empresa. E esse é o caso da Fiat, que terá investido, de 2006 a 2014, R$ 15 bilhões no país.
Com 35 anos no Brasil, a montadora, que tem controle acionário italiano, tem em Betim (MG) a segunda maior fábrica do mundo em volume de produção, com 757.418 unidades no ano passado e 760.495 veículos emplacados, seu melhor resultado da história.
A Fiat soube ouvir a voz do mercado, sintetiza o diretor de comunicação corporativa da Fiat Automóveis S.A, Marco Antônio Lage, justificando a liderança frente aos concorrentes que têm presença quase centenária no mercado nacional.
Além da fronteira dos resultados excepcionais, Marco Antônio Lage disse que houve investimento na qualidade, inovação, produtos mais alinhados ao interesse do consumidor e agressividade comercial. São 580 concessionárias de Norte a Sul do país, disse.
O bom relacionamento com o consumidor também se estende aos funcionários. São mais de 30 anos sem greve, informou Lage. A montadora pagou US$ 548 milhões em salários e recolheu US$ 4,9 bilhões em impostos no ano passado no Brasil.
Antes de atingir o ápice atual, a Fiat deu a largada no Brasil, em 1976, com o Fiat 147. Ele veio concorrer com o Fusca, que já era um sucesso, conta Marco Antônio. Outro marco na vida da empresa, o Uno, em 1990, representou a conquista de mercado, do consumidor e market share.
E, em um outro momento, fundamental, o Tempra em 1991 foi um carro de luxo que fez a Fiat ampliar o seu portfólio, disse. Em 1996, o Palio, lançado mundialmente no Brasil, representou conquista tecnológica e ampliou a atuação da Fiat para muitos países. E, recentemente, o novo Uno que, de acordo com Marco Antônio, manteve a trajetória de sucesso da marca.