Política

CV planeja atentado contra Flávio Bolsonaro em MG

Foto: Geraldo Magela/ Agência Senado

Segundo reportagem exclusiva da @_revistatimeline, autoridades policiais de Minas Gerais foram informadas sobre um suposto plano atribuído ao Comando Vermelho (CV) contra o senador @flaviobolsonaro durante sua passagem por Belo Horizonte.

De acordo com a publicação, o caso envolve um grupo de WhatsApp criado inicialmente para organizar manifestações contra a entrega do título de cidadão honorário de Belo Horizonte ao parlamentar. O grupo, segundo a reportagem, reunia centenas de participantes e passou a ser monitorado após mensagens indicarem uma escalada na articulação do ato.

A Revista Timeline afirma que as conversas tratavam de logística, arrecadação de recursos via PIX, produção de faixas, convocação de sindicatos, mobilização de coletivos estudantis, aproximação com torcidas organizadas e articulação com movimentos de esquerda.

Entre os materiais citados pela reportagem, aparecem referências a integrantes ligados a organizações de esquerda, sindicatos e movimentos sociais. Em uma das mensagens, um dos administradores teria mencionado contato com lideranças de partidos como PT, PSOL, PDT, Rede e UP, além de movimentos como MST e MAB.

Ainda conforme a publicação, também houve tentativa de mobilizar grupos ligados a torcidas organizadas do Atlético Mineiro, Cruzeiro e América Mineiro, o que aumentou a preocupação das autoridades diante do risco de radicalização do ato.

O ponto central da denúncia, segundo a Revista Timeline, é que autoridades de segurança já teriam sido alertadas sobre o conteúdo das conversas e sobre o suposto planejamento de uma ação contra Flávio Bolsonaro. A Polícia de Minas Gerais, de acordo com a reportagem, teria aberto investigação para apurar o caso.

A denúncia coloca em alerta a segurança do senador e expõe mais um episódio grave de radicalização política no país. Enquanto parte da esquerda insiste em tratar adversários conservadores como inimigos a serem eliminados do debate público, o caso mostra como o discurso de ódio pode sair das redes, chegar às ruas e virar assunto de polícia.

Fonte: É o Mundo Oficial