Ativistas e defensores do meio ambiente fizeram, na tarde desta sexta-feira (23), um ato em defesa da Serra do Curral, um dos principais cartões postais de Belo Horizonte.

A Serra é, atualmente, um dos assuntos mais discutidos com relação à exploração das mineradoras.

O ato ocorreu em frente ao prédio 1, na Cidade Administrativa, sede do governo da gestão Romeu Zema (Novo).

Os ativistas cobram do governador e sua equipe que a serra seja preservada, e se opõe à política de privatização de parques e áreas verdes de Minas.

O grupo apresentou a performance “Lambuzados”, que traz uma crítica social e relembra o rompimento das barragens da Samarco e Vale, em 2015 e 2019, respectivamente.

Repetindo as palavras “A sirene não tocou”, com o auxílio de um megafone, o grupo tocou por diversas um áudio com uma gravação da sirene e o alerta de que se tratava de um evento real de rompimento de barragem, como o que ecoou em Macacos, em Nova Lima, no dia 16 de fevereiro de 2019.

Na intervenção, os ativistas do Movimento Lambuzados também divulgaram que estão organizando um ato no Carnaval de Belo Horizonte, onde esperam reunir mais de mil pessoas para percorrer a capital denunciando os crimes da mineração em Minas Gerais.

A ação está marcada para o dia 18 de fevereiro de 2023, com concentração a partir das 8h, em frente à Biblioteca Pública Estadual, na Praça da Liberdade.

Fonte: G1

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