O município de Córrego Fundo, com população estimada de 6 mil habitantes, completa hoje, 18 anos de emancipação político-administrativa. As celebrações pelo aniversário da cidade começaram no domingo.
Nesta terça-feira as comemorações ocorrerão durante todo o dia, na Praça Vigário João Ivo. Momento Cívico, desfile dos grupos da Secretaria de Políticas Sociais e do Cras (Centro de Referência em Assistência Social), marcarão a manhã.
A partir das 13 horas, haverá uma tarde recreativa na praça, com atividades lúdicas, esportivas e educativas para as crianças e jovens. Estão previstas gincanas, pintura no rosto, hora do conto, brincadeiras e brinquedos diversos.
Às 14 horas, alunos do Centro de Estética, Saúde e Equilíbrio (Academia CESE) farão uma apresentação coreográfica. Os shows com bandas locais e regionais terão início às 15 horas e a noite, a partir das 23 horas haverá um show com a dupla Bruninho e Davi, na Praça Vigário João Ivo.
Homenagem de Cida Leal
Os sonhos nascem aqui
Já se vão algumas centenas de anos, desde a descoberta da localidade. Naquela época os viajantes já sabiam que o povoado, situado às margens da estrada, era o lugar ideal para se viver. Em meio à constante povoação do interior foram sendo construídos alicerces sólidos de uma cidade moderna e hospitaleira. Uma cultura diferenciada fincou raízes e definiu o território. Após anos de expectativa e sonho, a emancipação seria apenas a consequência do trabalho árduo do cidadão. Os documentos engavetados em algum lugar são povoados de nomes de Marias e Josés que acreditaram no ideal e apostaram no futuro. Apesar das dificuldades, o município cresceu e ocupa hoje o espaço devido no Centro-Oeste de Minas Gerais. O progresso é palpável. A economia privilegiada não é a única razão do desenvolvimento. O trabalho da população que não teme em diversificar as fontes é uma das bases do sucesso. Organizado e laborioso, o cidadão que aqui produz busca nas próprias raízes o sustento. A maior riqueza do lugar é, sem dúvida, o conhecimento. Acostumado a traçar caminhos e escrever a própria história, o corregofundense segue adiante. Afinal, não existem fronteiras, para quem nasceu onde germinam todos os sonhos.








