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Dá uma vontade louca de gritar…

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Moro no Brasil há exatos 24.919 dias, ou seja, desde que nasci…

Nesse tempo todo observo como progride meu Brasil varonil… Às vezes dá uma vontade danada de gritar:  Parem com essa bagunça. Vamos começar tudo de novo… É hora de organizar… Parem de gastar o que vocês não tem…

Porque, cadê a Ordem? Cadê o Progresso?

Com dinheiro curto nunca haverá nem Ordem e nem Progresso! Por isso é preciso aumentar O PRODUTO INTERNO BRASILEIRO, urgentemente. E só se faz isso trabalhando…

E entra presidente e sai presidente… E entra ano e sai ano… E esperamos todos nós (aqueles abnegados otimistas dentre os quais me incluo), pelo Brasil país de futuro.

Cadê ele? Ele pode estar a nossa frente ou não…

Dependerá de quem assumir o comando dessa Nação… Se este alguém privilegiar TRABALHO ao invés de DIREITOS e se este alguém honrar MERITOCRACIA ao invés de CLEPTOCRACIA, estou convicto que teremos o Brasil que os cidadãos de BEM almejam, rápido, rapidinho. Coisa aí de oito a dez anos…

Apesar dos pesares, homéricos pesares, ao longo das madrugadas de reflexão que atravesso, entendo que avançamos bastante como nação. O brasileiro, regra geral, entendeu (ufa), que o governo pode dar errado. E, quando dá errado, a gente pena e pena prá valer!

Daí a galera sai prá rua para o PANELAÇO… E é válido, mas nessas horas TODOS que estão se manifestando entendem a importância do seu VOTO!

Em 2016 muitas famílias que jamais imaginariam a pobreza alcança-los, sentiu na pele esta dura realidade. Em 2016, muitos diretores e gerentes jamais considerariam que seriam demitidos sumariamente de suas funções. E muitos empresários viram seus negócios sucumbirem… Conheço alguns que me confidenciaram, atônitos: “Meu faturamento caiu 90%…”

Não tinha como ser diferente… O brasileiro gastou o que tinha e o que não tinha, embalado no crédito insano que o governo federal liberou para a economia não paralisar. Eu escrevi sobre isso cerca de cinco anos atrás, e pouquíssimos jornais publicaram… E recebi duras críticas… as mais suaves me classificavam como um pessimista inveterado…

Obras para infra-estrutura (Tão urgentes e que teriam resolvido a questão do desemprego e do Custo Brasil), não andaram porque os governos de Lulla e de Dilma resolveram apostar as fichas nas classes pobres e médias e a eles abriu os cofres, de forma INSANA, IRRESPONSÁVEL e ILÓGICA… Populistas sempre ferram o povo…

E isso era tudo o que as Imobiliárias e as Concessionárias de Veículos (para ficar apenas nelas), queriam…

E, deu no que deu… Dinheiro nunca aguentou desaforo… Porque iria aguentar agora?

E ninguém teve calma nessa hora… E o povo gastou adoidado… Uma farra!

Quem não sabe quanto custa ganhar dinheiro, age como agiu Lulla e como agiu Dilma… E, arrebentam com a vida de milhões de pessoas…

Eu não sou e nem nunca fui um consumista. Gosto do simples e do pequeno. Sou feliz do meu jeito, e aprendi que quando alguém não tem dinheiro ele é pisado sem nenhuma piedade.

Eu não quero ser pisado por ninguém… Ninguém quer, não é meu prezado…

A vontade que eu tenho de gritar para o povo brasileiro: “Parem de gastar tanto, viventes…”

Porque só tem um jeito de enricar: Gastando bem menos do que você ganha… E leva tempo, viu! Não se apresse…

Praia de Fora, 04 de janeiro de 2017

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