Presos colocaram fogo em colchões dentro do Presídio de Nova Serrana na manhã deste domingo (25).

O Corpo de Bombeiros precisou ser acionado e a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG), informou que um procedimento interno será aberto para investigar o caso.

De acordo com o Cobom, por volta das 9h a corporação foi acionada após um grupo de detentos colocarem fogo em colchões no pátio aberto. A equipe do presídio informou à corporação que 26 presos estavam envolvidos.

Dois caminhões de combate a incêndio, uma unidade de resgate e seis militares foram encaminhados para atender a ocorrência. Duas linhas de trabalho foram montadas com mangueiras para controlar o fogo por cima do pátio, que não havia condições de segurança para a entrada dos bombeiros dentro do pátio em meio aos detentos.

Três detentos tossiam por causa da fumaça e foram atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas sem complicações graves e não precisaram ser encaminhados para o hospital.

Controle do incêndio e armas escondidas

Os bombeiros disseram que após o incêndio controlado, o grupo de Intervenção Rápida (GIR) chegou ao local e controlou a situação, verificando que os detentos tinham armas improvisadas e escondidas.

Os bombeiros disseram que após o incêndio controlado, o grupo de Intervenção Rápida (GIR) chegou ao local e controlou a situação, verificando que os detentos tinham armas improvisadas e escondidas.

O portal g1questionou a Sejusp sobre essas armas, que explicou que “armas improvisadas são chamadas de chuços, equipamentos perfurocortantes que são fabricados ocasionalmente e manualmente por detentos. A unidade prisional realiza, rotineiramente, revistas em suas celas. Esse procedimento será realizado tão logo seja possível, para localizar tais materiais”.

A Sejusp explicou que a situação foi controlada pelos policiais penais e demais forças de segurança. A pasta disse ainda que a situação no local está controlada e a unidade segue a rotina normal. A direção regional de Polícia Penal está na unidade para acompanhar os desdobramentos.

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