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Exame descarta suspeita de febre amarela em Lagoa da Prata

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A Secretaria de Saúde de Lagoa da Prata divulgou na tarde dessa terça-feira (21), o resultado do exame laboratorial que verificou a possibilidade de febre amarela em uma idosa de 60 anos na cidade. O teste deu negativo para a doença.

A doença que afetou a paciente não foi informada. Apesar da negativa para febre amarela, a Secretaria de Saúde divulgou uma nota na qual faz um alerta à população. “Devido ao surto da doença em Minas Gerais devemos nos manter atentos à vacinação e ao combate ao mosquito transmissor”.

A suspeita do caso foi divulgada pela secretaria no dia 13 deste mês. A paciente foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Carlos com sintomas da doença. Uma amostra do sangue dela foi coletada e encaminhada para exame na Fundação Ezequiel Dias (Funed). Se fosse confirmado, teria sido o primeiro caso da doença em pessoas no Centro-Oeste de Minas. Ainda não foram divulgadas informações sobre o atual quadro de saúde da paciente.

 

Até o momento, a região teve mortes de macacos por febre amarela confirmadas em Japaraíba e São Roque de Minas.

A idosa mora no bairro Nossa Senhora das Graças. Ela deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no dia 2 de fevereiro. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Geraldo de Almeida, após o alerta de possível contaminação pela febre amarela, a pasta adotou medidas.

A secretaria informou o caso à Polícia Militar de Meio Ambiente e pediu uma varredura em parques e bosques da cidade em busca de macacos mortos. “Se forem encontrados animais nessas condições, eles serão recolhidos e encaminhados para exames também”, explicou.

Outra medida foi reforçar a aplicação de vacinas e de buscas por focos do mosquito transmissor da doença perto da casa da paciente. “Todos nós precisamos intensificar o combate ao mosquito, usar repelentes, evitar deslocamento para zona rural e procurar os postos de saúde para a vacinação, levando sempre o cartão de vacinas. Quem já tomou a vacina nos últimos dez anos não precisa tomar novamente. Pessoas acima de 60 anos devem ter receita médica. Grávidas, transplantados e pacientes em hemodiálise não pode ser vacinados”, orientou.

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Fonte: G1 ||