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Funcionários da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) em greve há mais de 30 dias fizeram um ato em frente à sede da concessionária no bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, na manhã desta segunda-feira (28).
De acordo com o Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais (Sindieletro-MG), mil pessoas participaram do ato. Para a Polícia Militar (PM), eram 100. Entre as reivindicações dos eletricitários estão o fim da terceirização na companhia e a distribuição linear da participação nos lucros ou resultados (PLR).
O diretor de comunicação do Sindieletro-MG, Marcelo Correia, disse que os trabalhadores da Cemig cobram “um compromisso do governador Fernando Pimentel para o fim da terceirização das atividades, com abertura de concurso público”. A categoria questiona a redução da participação dos lucros da companhia e a forma como esta é distribuída.
Segundo o sindicato, uma reunião com o governador, marcada para esta segunda-feira, foi adiada para esta terça-feira (29). A assessoria de imprensa do Governo de Minas Gerais informou que não havia nada confirmado na agenda oficial de Fernando Pimentel.
Informações do site do Sindieletro-MG, o clima estava tenso durante a manifestação. “A Cemig acionou o Batalhão de choque da Polícia Militar para intimidar e reprimir a categoria que realiza, nesse momento, uma manifestação pacífica em frente o prédio Sede da Empresa”, afirma matéria publicada pelo sindicato.
A Cemig ainda não se manifestou sobre as reivinicações. A greve dos funcionários da companhia teve início no dia 25 de novembro.
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