Servidores da rede estadual de ensino seguem em greve mesmo com aprovação pela Assembleia de Minas (ALMG) do projeto que concede benefícios e reajuste de salário equivalente ao piso nacional.

Nesta quinta-feira (31), a categoria completa 23 dias de paralisação e afeta 85% das escolas estaduais.

Nessa quarta-feira (30), deputados votaram em favor do projeto de recomposição salarial (PL 3568/22), que concedeu um aumento de 33,24% aos servidores estaduais da Educação, como determinado pelo Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN).

O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE) explicou que a equiparação ao piso nacional só acontecerá se o governador Romeu Zema pagar os retroativos desde 2019.

Além do aumento, a ALMG aprovou a anistia aos grevistas e a extensão dos benefícios aos profissionais do ensino superior.

Agora, o projeto segue para sanção do governador, que já admitiu vetar qualquer reajuste salarial maior que 10,06% aos servidores do Estado, conforme proposto pelo próprio governo.

Fonte: Hoje em Dia

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