O verão se despede nesta semana e dá lugar ao outono que começa oficialmente na sexta-feira (20).

A estação que antecede o inverno geralmente é marcada, no Brasil, pela diminuição das chuvas abundantes do verão. Neste ano, no entanto, algumas regiões podem esperar mais precipitação.

De acordo com o Instituto Climatempo, o período não deve ser influenciado por nenhum fenômeno oceânico, o que significa um outono sem muitas surpresas. Porém, de acordo com os meteorologistas, há uma tendência de resfriamento no oceano Pacífico, o que deve fazer com que a estação fique um pouco mais fria que o comum.

As chuvas, que foram abundantes no Sudeste durante o verão, devem ficar gradativamente escassas. O tempo fica mais seco, mas, em abril e maio, a previsão é que as chuvas ainda sejam acima da média para a época do ano, especialmente na região da capital paulista e no Rio de Janeiro.

As primeiras massas de ar frio deverão chegar mais para o fim do outono. A estação vai até o dia 20 de junho quando se inicia o inverno.

Nordeste

No Nordeste, a tendência é que o outono seja bem seco e quente, com chuvas abaixo da média. No litoral, ainda haverá precipitação, mas a tendência é diminuir com o avançar dos meses.

Centro-Oeste

A região, que costuma enfrentar um outono bem seco, terá chuvas acima da média em algumas faixas, que incluem quase todo o estado do Mato Grosso do Sul. Nos outros, a previsão é de chuva na média ou um pouco abaixo.

Sul

Enquanto as chuvas foram abundantes no Nordeste e no Sudeste durante o verão, o Sul sofreu uma estiagem. O cenário deve mudar no outono: em abril as chuvas começam a aparecer com mais frequência, e, em maio, é possível que elas cheguem em níveis acima da média. O frio, que se intensifica com a chegada do inverno, também deve começar a aparecer.

Norte

Na costa norte do Pará, Amapá e Roraima, as chuvas serão intensas e, provavelmente, ficarão acima da média. Nos outros estados ainda chove bastante, mas nada além do que já era esperado para a região, que naturalmente tem altos índices pluviométricos. O calor aumenta a sensação de abafamento.

Fonte: Portal Vix

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