A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a ocorrência de uma fábrica clandestina de amaciantes flagrada em Pará de Minas nesse domingo (1º).

Na ocasião, sete pessoas foram detidas pela Polícia Militar. O grupo foi ouvido e liberado. Segundo a Polícia Civil, não houve a ratificação das prisões devido à falta de materiais suficientes que comprovassem o envolvimento dos suspeitos.

Essa não foi a primeira vez este ano em que a polícia apreendeu produtos de limpeza falsificados na região Centro-Oeste de Minas. Várias pessoas foram presas dentro da Operação “Lavagem Imperfeita”, que investiga a organização criminosa responsável pela fabricação do sabão falsificado em Divinópolis, Nova Serrana e São Gonçalo do Pará.

Fábrica de amaciantes

A PM foi chamada para até a Rua Araxá, na Vila Romualdo Pereira da Silva, para atender a uma ocorrência de briga entre um casal. Quando chegaram ao local da denúncia, os militares encontraram um homem de 48 anos nos fundos da casa e uma fábrica de amaciantes em um galpão.

Durante verificação, os militares constataram que o produto era falsificado e que ali existia um grande aparelhamento para a linha de produção e maquinário. Foram localizados vasilhames, diversas caixas, adesivos com instrução de uso e embalagens para envasar e acomodar o material. Todos rotuladas com a marca “Comfort”.

Para a polícia, o homem contou que era encarregado pela seleção e recrutamento de pessoal para trabalhar na produção. Diante da informação, os militares ainda viram que no imóvel havia um alojamento e, nele, estavam 5 indivíduos de sexo masculino e sem idades divulgadas, que admitiram que trabalhavam na fábrica e alegaram que não sabiam que o produto era falsificado.

Os suspeitos também disseram que recebiam R$ 50 por dia de serviço e que a empresa funcionava há cerca de 4 meses. A princípio, segundo eles, o proprietário do local é de Nova Serrana. Diante dos fatos, os envolvidos foram levados para a Delegacia da Polícia Civil.

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