O chefe do Executivo disse que, em questão de solução de problemas de imediato o Aterro Sanitário foi muito importante e esclareceu: não tínhamos mais onde colocarmos lixo. Se pensar em uma obra de futuro, é o IFMG, pois ele vai mudar a cultura da cidade em termos de educação, hoje temos lá não só os cursos técnicos como também os cursos superiores, daqui há uns cinco anos, isso vai dar uma dimensão enorme em função do que representa uma Universidade Federal para a cidade. Eu mencionaria essas duas, salienta.
O prefeito falou ainda sobre a expectativa para o próximo ano, sendo que a prioridade é iniciar a obra do interceptor de esgoto da margem direita do rio Formiga e de todos os córregos. Essa é uma realidade que irá acontecer em breve, pois já tem obras licitadas e ordem de serviço liberada. Agora, uma luta grande que tem que desenvolver é para conseguir recursos para poder fazer a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que está orçada em R$ 10 milhões, e hoje ainda não temos esse valor, mas estamos lutando para conseguir, e vamos conseguir se Deus quiser. Com isso, teríamos todo o esgoto da cidade tratado. Essa questão ambiental de Formiga tem uma dimensão diferente, pois já temos o lixo hospitalar que já está resolvido, questão do esgoto tratado, dos lixos industriais que também estão resolvidos. Então, começa a dar um novo olhar para o meio ambiente. Eu acho que estamos no caminho certo. Tem ainda o projeto da recuperação de minas d?água, que já estamos preparando para o ano que vem.
Aluísio Veloso comentou também sobre uma dificuldade que a administração ainda não resolveu, referente à barragem de captação de água e da rede adutora de água bruta. A barragem foi destruída este ano e já encaminhamos recursos e recebemos sinal verde para resolver esses problemas. O orçamento da rede de água bruta é de R$ 3,5 milhões, que precisa ser feita e não dá para esperar mais, pois ela pode estourar a qualquer momento, pelo fato de ser muito antiga.
Questionado sobre a avaliação do primeiro ano de gestão, o prefeito ressaltou que a população confia no trabalho da administração, mas compara os dois mandatos. Estamos percebendo essa comparação e, com ISS,o o povo cobra mais. Estamos recebendo muito mais cobranças agora do que no passado. Essa cobrança é direcionada para a questão de infraestrutura urbanística, como exemplo o calçamento de ruas, da falta de água em alguns setores e questão da limpeza da cidade. As outras coisas podem ser percebidas, mas não tão cobradas quanto essas. Isso tudo é fruto de amadurecimento da população, que já sabe cobrar, aprendeu a cobrar e hoje cobra. Outro fator importante é por ser um governo aberto e popular, em tempos passados, talvez o governo era muito fechado e não dava essa abertura, as pessoas tinham medo de chegar no prefeito, nos secretários e cobrar. Hoje, isso mudou, eles chegam e cobram. E isso é função nossa, tentar resolver os anseios da população, finalizou o prefeito.

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