Formiga

Servidores protestam na Câmara de Formiga contra mudança no vale-alimentação

Foto: Alex Silva
 Trabalhadores exigem pagamento do vale-alimentação em pecúnia

A 58ª Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Formiga foi marcada por manifestação de servidores públicos e trabalhadores do município contrários à mudança no formato de pagamento do vale-alimentação. O Executivo determinou que o benefício passe a ser concedido por meio de cartão, enquanto os servidores defendem o pagamento em dinheiro.

Servidores cobram pagamento em pecúnia

Durante a reunião, os servidores ocuparam o plenário com cartazes e protestos, pedindo que o vale-alimentação continue sendo pago em pecúnia. A mobilização chamou a atenção dos vereadores e marcou o tom da sessão.

No decorrer do encontro, foi levantada a possibilidade de paralisação das atividades caso não haja mudança na decisão do Executivo. Também foi mencionada a intenção de travar pautas relacionadas ao Executivo até que haja uma definição considerada satisfatória para a categoria.

Os vereadores se mostraram favoráveis à reivindicação dos trabalhadores, apoiando o pedido para que o benefício seja pago em dinheiro.

Mudança foi anunciada pelo Executivo na última quinta-feira (23)

Apesar do apoio, os parlamentares destacaram que a decisão final cabe ao Executivo Municipal, responsável pela definição do formato do benefício.

Na quinta-feira (23), uma reunião realizada no gabinete reuniu representantes da Prefeitura e do Sindicato dos Trabalhadores Municipais (Sintramfor) para discutir ajustes no vale-alimentação.

Durante o encontro, o Executivo informou que o benefício deixará de ser pago como atualmente e passará a ser disponibilizado por meio de cartão.

Segundo a Prefeitura, a mudança segue critérios de legalidade e boas práticas de gestão pública, com o objetivo de garantir maior transparência no uso dos recursos e assegurar que o valor seja destinado exclusivamente à compra de alimentos.

A discussão sobre o formato do vale-alimentação segue em aberto e deve depender de uma decisão do Executivo. Enquanto isso, a mobilização dos servidores indica que o tema pode gerar novos desdobramentos, incluindo possíveis paralisações e impactos nas pautas do Legislativo municipal.

Alex/UN