O presidente Luiz Inácio Lula da Silva exaltou, nesta terça-feira (12), a operação Força Integrada II, deflagrada pela Polícia Federal em diversos estados contra facções criminosas e esquemas de lavagem de dinheiro.
Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que ações desse tipo, realizadas em parceria com forças de segurança estaduais, tendem a se tornar “ainda mais frequentes”.
A ofensiva policial aconteceu no mesmo dia em que o governo federal lançou, no Palácio do Planalto, o programa Brasil Contra o Crime Organizado, que prevê investimentos de R$ 11 bilhões no enfrentamento às organizações criminosas.
Segundo o presidente, a operação é mais uma ação integrada no combate ao crime no país.
Coordenada pela Polícia Federal, a operação cumpre 71 mandados de prisão e 165 mandados de busca e apreensão em 16 estados brasileiros.
As ações são conduzidas por equipes das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), reunindo investigações simultâneas em diferentes regiões do país.
Os mandados são executados nos estados do Espírito Santo, Ceará, Amapá, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Rio de Janeiro.
Lula destacou ainda a participação de diferentes órgãos de segurança pública na operação.
Segundo ele, atuam de forma integrada policiais civis, militares e penais, além de guardas municipais, Polícia Rodoviária Federal e secretarias estaduais de segurança.
As frentes de investigação envolvem diferentes tipos de crimes, como tráfico de drogas e armas, lavagem de dinheiro e atuação de organizações criminosas.
No Ceará, por exemplo, há cumprimento de medidas cautelares em uma investigação sobre ameaças contra uma autoridade de segurança pública.
Em Fortaleza, a Força Integrada II também inclui a Operação Custos Legis, que integra a ação nacional e investiga um integrante de organização criminosa suspeito de ameaças e intimidações ligadas ao combate ao crime organizado e ao sistema penitenciário.
Segundo a apuração, o investigado pode responder pelos crimes de ameaça e organização criminosa.
A operação Força Integrada II reforça a estratégia do governo federal de ampliar ações conjuntas entre forças de segurança no combate ao crime organizado. Com o lançamento do programa Brasil Contra o Crime Organizado e a mobilização simultânea em vários estados, o governo sinaliza uma intensificação dessas operações nos próximos períodos.
Com informações do Metrópoles







