Os partidos e candidatos das eleições deste ano têm até esta terça-feira (13) para entregar, à Justiça Eleitoral, as contas parciais da movimentação financeira desde o início da campanha. Os dados devem ser lançados no Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE).

Além das siglas, a apresentação dos dados de recursos recebidos e gastos é obrigatória para todos os candidatos que apresentaram registro de candidatura, incluindo suplentes e vices.

Os documentos precisam ter todo o balanço de arrecadações e despesas de 16 de agosto a 8 de setembro. Esses dados serão disponibilizados no Sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (Divulga CandContas), no portal do TSE, a partir de quinta-feira (15).

O balanço parcial vai trazer todas as informações, por exemplo, de valores doados, constando o CPF dos doadores.

Como ocorre em todo período eleitoral, os candidatos e diretórios precisam entregar dois balanços: o parcial e o final. Além disso, devem ser lançados no SPCE todos os orçamentos em até três dias após a movimentação.

No sistema de divulgação de candidaturas e contas da Justiça Eleitoral, atualizado de hora em hora, já é possível, inclusive, consultar como estão sendo gastos os recursos oriundos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), por exemplo. Para isso, basta entrar na página de uma candidatura e rolar para baixo para ter acesso às informações sobre receitas e gastos.

Maiores gastos
Até a última quinta-feira (8), o candidato ao governo de Minas que mais teve despesas de campanha foi o senador Carlos Viana (PL) – R$ 3,4 milhões. Romeu Zema (Novo) vem logo em seguida, com R$ 2,4 milhões em gastos.

Já entre os concorrentes ao Senado, quem mais gastou, de acordo com os últimos lançamentos no sistema, foi o candidato à reeleição Alexandre Silveira (PSD), com R$ 1,4 milhão em despesas. Cleitinho Azevedo (PSC) aparece em segundo lugar, com R$ 457 mil.

O curioso é que esses dois últimos candidatos estão com saldo negativo no relatório financeiro em R$ 692,1 mil e R$ 75,2 mil, respectivamente. Isso porque Silveira tinha R$ 789,5 mil de total de receita e Azevedo, R$ 381,9 mil.

Fonte: Hoje em Dia

 

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